"É isso que sou agora: um novelo impossível de desembaraçar! Tal como a roupa na centrifugadora, dou asfixiantes voltas sem cessar em torno do vazio que se instala no meu interior num turbilhão, enrugada, encolhida. Como posso sair daqui? Quero ondular prolongadamente ao vento, respirar ar fresco, olhar para o horizonte..."
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