Laureava pelo centro da cidade, na espera de acalentar o respiro com um sol de quase-inverno. Percebi que o natal está à porta, ao vê-lo estampado nas portas das lojas. Espreitei algumas. Pensei no Bruninho, na ausência da visita prometida e de que havia muito que não o presenteava. “Não vou esperar pelo natal” – matutei. Saí com um bilhar debaixo do braço, talvez impulsionada pelo autêntico pedipaper à procura de um na longa noite anterior.
Fui. Cheguei. O carro ainda ligado e já ele a saltar-me p’rós braços. A fatia de bolo que atrapalhadamente comia denunciou aniversário. O que me disse, acusou a minha falta de memória, um golo do acaso e a sempre atenta mão divina: “Eu sabia que vinhas...!”
Parabéns, meu anjo!
Fui. Cheguei. O carro ainda ligado e já ele a saltar-me p’rós braços. A fatia de bolo que atrapalhadamente comia denunciou aniversário. O que me disse, acusou a minha falta de memória, um golo do acaso e a sempre atenta mão divina: “Eu sabia que vinhas...!”
Parabéns, meu anjo!
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